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Restauração - Utopia
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Restauração e bebidas

Os programas de restauração e bebidas embora muito comuns deverão ser desenvolvidos de modo cuidado tendo em conta o contexto competitivo onde se opera e como tal os aspectos de diferenciação estética, rigoroso desempenho funcional, controlo de custos de investimento e manutençao, rigoroso cumprimento da legislação relativa à produção armazenamento e distribuição de produtos alimentares devidamente regulada pela ASAE e todo o contexto da legislação de trabalho. Nesse sentido, o projecto de arquitectura torna-se um elemento fulcral para o sucesso do investimento.

Como desenvolver um estabelecimento de restauração e bebidas

Fazer crescer um estabelecimento ligado à restauração e bebidas é uma tarefa árdua mas aliciante. Requer todavia muita estratégia, conhecimento do negócio, e muita preserverança. È conveniente salientar que a localização é a chave para o sucesso. Não apenas porque é a melhor forma de se dar a conhecer através da escolha de uma boa implantação, como é também essencial ser acessível aos clientes. Depois há que fornecer serviços diferenciados e de valor acrescentado a preço competitivo.

Como criar um restaurante?

Para ciar um restaurante é fundamental responder a diversos aspectos cruciais na viabilidade do investimento. Em primeiro lugar há que antecipar o tipo de clientes que se quer obter e uma eventual localização. Em segundo lugar é necessário pensar o conceito da ementa e qual o cozinheiro chefe. Em terceiro lugar, é conveniente definir as valências e a capacidade a colocar no espaço. Em quarto lugar é fundamental analisar a estratégia de preço e os custos de operação. Em quinto lugar é essencial contratar o arquitecto e definir com este a estratégia a adoptar na construção ou decoração. Tenha em atenção que um bom trabalho em cada uma das fases é um forte impulso à viabilidade do investimento.

Como abrir um bar ou café?

Um café ou bar é fundamentalmente definido pela sua clientela e contexto envolvente. Como tal, o primeiro passo a dar é precisamente a relação entre o local a implantar e o tipo de clientes que se pretende satisfazer. Identificando estes dois aspectos, defina o conceito que fará com que o público escolha o seu estabelecimento. Estude também os horários mais interessantes pois eles darão pistas sobre os eventos a colocar no espaço para alavancar o arranque. Chame um arquitecto da utopia e informe-se sobre os custos de construção e a estratégias de decoração possíveis. Faça simulações realistas de receitas e custos e decida assim com opções bem fundamentadas.

Como desenvolver uma discoteca?

Um espaço de diversão noturna é sempre um investimento com algum risco. É um investimento que é sempre afectado por alguma sazonalidade e como tal alguma flexibilidade em termos comerciais e de gestão é fundamental. Assim o espaço deve ser pensado para ser utilizado por diferentes publicos em diferentes épocas do ano e em diferentes dias da semana. É conveniente analisar em rigor os vários tipos de clientes e a forma como chegar até eles. Escolha um arquitecto da Utopia e informe-se sobre o modo de gerar um espaço absolutamente único.

Como pensar uma confeitaria?

Uma confeitaria é por definição um espaço de confecção de alimentos. Como tal, tenha em conta que o público será sempre extremamente exigente aos detalhes e com conhecimento do sector. Como tal, organize um bom menu de produtos e concentre-se em produzi-los eficazmente e a preço competitivo. Diversifique a oferta de produtos e crie a possibilidade de encomendas por internet e telefone. Relacione o conceito dos produtos com o espaço e com a marca do estabelecimento.

Como organizar um salão de chá?

Um salão de chá é acima de tudo um espaço de convívio e degustação. Aposte na excelência no espaço.

O trabalho do arquiteto num espaço de restauração e bebidas

O papel do arquitecto é dividido em vários componentes. Em primeiro lugar é um técnico que o informa sobre os custos de construção ou reabilitação de um espaço interior ou edifício. Em segundo lugar, conhece as leis do trabalho, a legislação alimentar, o regime de protecção contra incêndio e o enquadramento legal urbanístico. Em terceiro lugar, o arquitecto tem um vasto conhecimento das tendências estéticas valorizadas pelos seus clientes, e como tal, consegue planear ambientes únicos e acolhedores que conseguem diferenciar um estabelecimento.

Tipos de estabelecimentos de restauração e bebidas

São vários os tipos de investimento que se podem efetuar no sector. Assistimos inclusivamente nos últimos tempos a várias combinações que agregam estas funções ou que incluem inclusivamente programas de outra natureza. O limite é a imaginação. Um bom investidor gosta de surpreender e por vezes surgem programas associados que chamam mais clientes e diversificam o mercado alvo. Conheça em baixo os tipos de estabelecimento mais comuns.

Restaurante
É um espaço preferencialmente vocacionado para as refeições como o almoço e o jantar. Alguns restaurantes funcionam também em horário alargado tendo em conta o púbico que pretendem satisfazer. A inclusão de outras funções como actividades musicais atrai públicos distintos (exemplo: casas de fado, restaurante com música ao vivo,etc…)
Restaurante take-away
É um espaço onde o cliente compra a comida e a vai consumi-la num outro local. Aproxima-se ao um espaço de retalho se não existir qualquer consumo local.
Bar
É um espaço preferencialmente orientado para o consumo de bebidas e pequenos pratos sem compexidade de confecção. Poderá ser orientado para pequenos almoços, merendas ou lanches e inclusivamente para espaço de diversão noturna. A complementaridade com a música é frequente. Contudo, existem exemplos interessantes de bares com lojas de roupa, calçado e outros conceitos irreverentes.
Café
É um espaço organizado em volta do consumo de pequenas refeições como pequenos almoços, lanches, tapas e poderá servir alguns pratos quentes simples. A decoração, a política de preços e os menus definem a clientela. Algumas combinações com outros programas podem ser também idealizadas.
Espaço para eventos
É um espaço preparado para receber um número considerável de convidados privados em acontecimentos formais e informais. Inclui espaço de musica e dança, convívio e lazer e restauração. A confecção dos alimentos pode ser interna ou sub-contratada. Posiciona-se muitas vezes em quintas ou edifícios urbanos de elevado valor arquitectónico.
Discoteca
É um espaço de diversão noturna de horário alargado. É desenhado para o consumo de bebidas e para a apresentação de espectáculos musicais ou artísticos variados. Deve incluir um bom sistema de combate a incêndios e primar por uma decoração irreverente. A qualidade da insonorização para o exterior deve também ser perfeita para garantir a sustentabilidade do investimento.
Confeitaria
Como o próprio nome indica, é um estabelecimento para confecção de alimentos transformados como bolos, bolachas, biscoitos, doces e outros. Poderá ter como destino o consumo no local ou o embalamento para venda e consumo exterior. Neste último caso ganha algum paralelismo com um espaço comercial.
Casa de chá
É um espaço de luxo desenhado para o consumo e degustação de chás, bebidas quentes e bebidas frias. Poderá ter ou não confecção própria, mas os produtos apresentados deverão ser em qualquer dos casos excelentes. A qualidade do espaço e a localização devem ser extraórdinárias.
Adega, espaço de degustação e provas de vinhos
Espaço onde se podem provar vinhos e pequenos petiscos que potenciem a experiência. Normalmente inclui-se uma zona de retalho para compra de vinhos, É um programa que se compatibiliza facilmente com actividades agrícolas, turismo, cultura e lazer. Estes programas divulgam o estabelecimento e atraem novos clientes.
Taberna
É pela sua natureza um espaço tradicional onde se podem consumir produtos regionais. Estes podem ser vinhos ou produtos títicos da região como pão, enchidos e queijos. A complementaridade com outras actividades é também uma forte possibilidade.

Restauração

O sector da restauração e bebidas possui em Portugal um enorme número de operadores maioritariamente compostas por empresas de micro e pequena dimensão. A competitividade é portanto extremamente forte e temos assistido a uma evolução bastante positiva do sector no que diz respeito à qualidade e profissionalismo do serviço bem como ao nível das estruturas e dos imóveis onde desenvolvem a actividade. No fundo isto só valoriza o trabalho dos arquitectos que se pretende cada vez mais exigente ao nível da qualidade, da funcionalidade e da contenção de custos. A diferenciação é também fulcral na hora de investir num espaço.